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Casa nova na pandemia: mercado imobiliário aquece na crise do coronavírus

06 ago 2020

Seja para comprar ou para alugar, as novas necessidades dos clientes têm colocado o mercado imobiliário para trabalhar em um ritmo acima do esperado.

O mercado imobiliário imaginava um 2020 perdido, devido à pandemia do novo coronavírus. De acordo com uma pesquisa recente, divulgada no dia 02 de julho de 2020, feita pela BRAIN Inteligência Corporativa, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mesmo com as incertezas geradas pela pandemia do COVID-19, o mercado imobiliário ficou mais aquecido. 

Os dados da amostragem, das pessoas que pensavam em adquirir um imóvel, 22% efetivaram a compra no mês de junho, seis pontos percentuais a mais que março e três superiores a abril, com destaque para as regiões Sul e Centro-Oeste, que obtiveram um crescimento acima de 20% cada. A região Sudeste se manteve estável: de 26% em março para 25% em junho.

O motivo? Muita gente tem se adiantado, feito as contas e buscado outro imóvel para morar, atendendo às novas necessidades que foram descobertas nesse período em que muita gente ficou mais tempo em casa: área para deixar sapatos, cômodo específico para trabalhar, sacadas em apartamentos para ver e sentir o mundo lá fora, comércio e serviços próximos, e espaço externo para a criançada e os cachorros gastarem energia.

Outro fator que vem ajudando a sequência de trabalho no mercado imobiliário é a internet. Pois, mesmo não podendo abrir stands de venda, as empreiteiras, as imobiliárias ou mesmo os arquitetos e engenheiros podem chegar ao seu cliente por meio da tecnologia. Mostras de projetos, giro em 360 graus pelo apartamento, contatos e contratos estão sendo realizados virtualmente.

Com a popularização da internet e a diversificação de recursos digitais e na nuvem, este tipo de integração entre colaboradores ou mesmo da empresa com nossos clientes vai ficando cada vez mais fácil.

 

Fonte: Gazeta do Povo e Jornal Contábil.

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